21 Novembro 2009
Amor nota CEM !
Que nem filme...
é complicado e utópico..
mas incrivelmente real...
Com a Verdade,
verdadeira, ver
você tão dentro de mim
Você mágica brincalhona
com sonzinhos nossos
olhar profundo e seus raios
Seus caracóis perfumados
seu preenchimento vitalício
seus flúidos quentes
E eu tão estúpido
me perco ao seu encontro
no ar de minhas confusões
Não quero o abismo
que as vezes entro
e me distancia de voce..
Quero a luz te retribuir
pois me ensinastes a brilhar
lapidando essa pedra burra
Com sua nobreza cordial
suas intenções puras
sua perfeição de flor
Me desculpa
por ter tanta sombra
e por ser tão animal...
Apesar dos tropeços
o amor está protegido
por você sei que venço
venceremos...
e é só o começo
dos poemas que virão
do amor que sinto
por minha alma gêmea
18 Novembro 2009
Loucura Lúcida
Você está sonhando acordado
e de repente: - ôwowôw...
Se encontra de olhos
fechados vendo tudo.
Mergulhado na geléia
de uma cova profunda,
rodeada de vidro. De fora,
escorre rubra, a água
com lembranças...
Restando apenas
um boneco de papel...
11 Novembro 2009
11:11
Calada de luz na noite.
O louco, aceso, no portal
da vigília aniversariando.
De tanto água cair de calor
com a estrela no peito
dois triângulos se opõem.
Complementam-se
como olhos abertos de coruja.
Sabida carranca
do ser que clareia
em seis pontas mais
a verde pedra esmerando
a fonte do poema.
Os poetas e ainda antes a poesia...
O que os desencontros geram
por haver de reencontrar-se
outra vez... No verso
de outra rima, noutro
ritmo de melodia...
das observações,
dos sentimentos, do amor
da expressão...
A oficina da vida
é uma feira de trocas
do intrínseco artista
que se manifesta da alma
de cada um que é todos
a chave para o alto
no espírito.
.
06 Novembro 2009
Descrição
Observo:
Cruza à minha frente um pássaro e um helicóptero
no exacto instante do abrir dos meus olhos.
Buscava no silêncio da praia a confirmação
que no caos veio junto ao barulho de uma criança.
Não entendi. Mas as luzes no céu continuaram
aparecendo brilhando seus rastros distantes.
Dando o sinal como de um trem ascendente
que vence o atrito e se move cada vez mais sutil.
Continuei com a brisa consentindo que o que
ilumina faz sombra no que cruza seu caminho.
Minha mochila ficou para trás, mas a que era minha casa,
voltei para buscar. Ali estava onde havia deixado.
Além da barca não havia pontuação. Sim. Ouvi
de longe o pensamento do canto e a causa do naufrágio.
Retomando: ser fiel é acreditar no que vive
centelha que cintila junto a todas as irmãs.
No espelho do mar apontou pra alto. Viu-se
o guardião mostrando seus dentes, a acudir e assustar,
o intruso de desconhecidas intenções. Explodiu.
Na floresta ecoou e dentro do coracão supremo,
como em um mantra, se expandindo, concentrado
o lírico, o ilegível, o espírito sobre o conceito, a Superalma.
.
04 Novembro 2009
Reticências
apagar tudo... tudo mesmo...
quase nada... precisa existir...
tantos poemas... não cabem...
entoações... outro dia... mudaram...
vi no alto uma ave... improvável...
a rota muda e ainda é tão... óbvia...
seguir... em frente em curva...
vício de realçadores... baratos...
na corda... que engloba todos...
uma puxada reacionária... HÁ...
está sempre... dentro de fora...
nem o que fosse... nem passado...
pagar que logo... volta outro...
um gênero... tentando... enganar...
só pra projetar... sem pretenções...
o que é bom... por isso basta...
qualquer... somente pra mim...
senão já... estaria tudo apagado....
uma chance... sei lá o porquê...
sentidos... que são não ser...
sério... o calo, o saco, o ego...
pontuar não... é dizer...
até sempre... as palavras....
podem ir, e... ir, e ir...
27 Outubro 2009
Água de Fonte
mEDITAR como AS PEDRAS
com elas pedras
com naturalidade
um grave fluxo alto
energia de estrutura
e movimento poderoso
pesadO suave calmo
líquido descalço plural
REuniÃO de forças ancestrais
do fundo do infindável
com a cura para liberdade
na abertura dos canais
dando rima de cores
intervenções metafísicas
espirituais à além muro
campos em que nascem surpresas
que sendo uma coisa só
é só onde posso deitar
e pegar com a mão
recebendo sua cor
aprendendo seus saberes
a partir dos simples pontos
mistura de equilíbrios
com desenhos e texturas
nuances no espelho do lago
circunscrito por elevações
num oceano de possibilidades
até a imaterialidade dos espaços
tempo versal sonoro absoluto
dói o que tem que doer
e faz e joga e dá três quiques
na superfície, três
com a chegada todos aplaudem
ao fim e ao início , à quebra
entra mais a verdade
vigora, ativa, consciência
a semelhança dos olhos
que entreolham dos seios
de particularidades, veres
olhares, fases, frondosos
silhuetas que saltam e
levam para outras dimensões
ultra com infra
infra com ultra
16 Outubro 2009
Esse
Não, não...
Não sou eu.
Procuro um lugar seguro
em que não haja espreita
pra que possa sonhar...
brincadeira...
Com minhas antenas
não sei de mais nada
lançando vitrais
na limpeza da margem
tine a ressaca
e vou pro mar...
Aquela hora se foi
estarei aqui...
A pedra muda parada...
e ninguém vê...
é um consenso de energias
que mudam a pedra
são os afetos...
E ela fica ali
sozinha no fim
Tudo ao redor
em cambio
ai de mim
denso ar
ora opaco
fosco
branco
ora rio
fogo
humano
Sentimentos
confundem
e que controla?
Esse
sonhador
louco
brilhante
eterno
azul, mas verde
não sabe de nada
ou o que sabe?
não é seu,,,
nem de si
minhocas
vidas encruzilhadas
bololô
pra não fazer nada
fazer qualquer coisa
frases soltas
não lembro bem
de ontem...
continua...
isso...
isso...
permanece...
Deu na previsão:
Vai fazer saudade
Não vamos nos plagiar,
ela com outro
eu com qualquer
você
que não tem nada a ver
o cinza é preto e branco
a razão tem flor... ops...
É a flor que tem razão...
e fluoresce à luz negra
transe
melhor não pensar nisso
fingir de leve
que serei sempre único
o
cara
mais um
rato
como todos
fácil difícil
e o mais bizzaro
é que é por causa
da Internet
virando os olhos
...só mesmo o Altíssimo...
11 Outubro 2009
Sem
Os encontros servem pra dentro
de fora... distâncias doem
ensinamentos de saber o que é
estar sozinho... observando
a companhia internamente
nada passa de consequências
até neutro há som
no silêncio... o axioma
requer conceber o vazio...
que atinge... as proporções
não tem limites depois que enche...
se resta um, o fim, é começar
outra vez... expressão viver
vitória é glória que faz... magnífico.
p h d a p a z . . .
08 Outubro 2009
A pesar
Amanhece um dia
Que mais parece noite
Acordo com a cabeça
Que lateja na claridade
Sem música de um sonho
Ausente
Vive-se dias nublados
Com ou sem ressaca
Tudo normal algo estranho
Falta um eixo específico
O céu cinza claro ofusca
A vista cansada
Tão monocromático
E daqui fatigante rodeado
De objetos primitivos
Barulho que não cessa
Fogo de ar sem trégua
Estou aí
p h da paz
05 Outubro 2009
Vê...
Eu tenho um amor
Que tinha a pouco
E que tinha muito
Tudo é confuso
Vacilo às cegas
Perco o rumo
A falta é tanta
Cartão vermelho
Fui expulso
De mim mesmo
A chance que havia
Talvez não haja mais
Felizes recordações
Inigualável coração
Esperança solidão
Viver é foda
Muita merda
Prefiro você, Verdade.
29 Setembro 2009
Precipitação
Ora, como pode?
chove na minha cabeça
e vagarosamente
acho mais graça
ainda mais
em ruas quase vazias
só a chuva que aumenta
na cadência sem última
aparecem suspiros surpresas
e o fôlego persiste o volume
tenor ou soprano, requinte
a loucura é o que há de mais real.
ph da paz
23 Setembro 2009
Primeira Verdade
É esta estação que começa
anunciada por ventos de equidade.
Em cada canto uma chance
de um virgem botão se entregar
cheiroso para a beleza do prazer
de se reproduzir e eternizar.
Primeira verdade porque é
o que floresce com pureza amor.
Primavera nos cabelos tenros
das copas saudosas das abelhas
beija-flores e borboletas
a acariciar o mais sensível sexo.
E não é só, espere o Sol
pra ver que cor tem o milagre .
phdapaz
18 Setembro 2009
ponto
há muito pra entender
sobre conteúdos. todos
se expandem
até tudo. que abrange
o nada. feito ponto
mais profundo. e pigmento
compendio e plural. na geografia
de contraregras à maciças.
posiçoes pra se esculpir e pintar.
intervenções como bençãos
que vem. do contato interno
contemplado sem exterior.
no encontro pelo som que brilha.
[
p h d a p a z
16 Setembro 2009
Aonde?
Passei pela roleta
de costas, no impulso
da virada girei
em marcha elevada...
minha táctil
responsabilidade...
Sou antes de mim
e nesse veículo que
me estende...
me entendo gente, ente, entre
e não e somente
na constante iniciação
de consequencias...
phdapaz
08 Setembro 2009
Sonéto Vida
Ouve o calor vital,
a beleza inefável de você.
Vive no interior da essência
é ela, a voz de ver.
Os poetas que fizeram
e loucos, um só são.
De abrir a cabeça e ir
dà raíz, ao sexo, pelo coração.
Toda viril, luminescência,
onde as estrelas proclamam.
Acontece em simples sementes
com a qualidade dos que amam.
É a verdade de onde transcende
dando frutos, eternos e retornos.
PH da Paz
04 Setembro 2009
Jornar
I
Com a Lua pode-se ser
verdadeiro...
com o devido respeito
derramado e perene
Pode-se persistir
de todas as formas
do Supremo Tudo Latente
que verte e plasma
resquíciosamente
Essa força engloba
com poderes sinuosos e mistérios...
É clara, bela, amora e jasmin.
II
É merda, perda, medo e fim
O poder da limpeza erguida
mantida no fio da espinha
a força vital que sublima
elevada ao alto do Ori
A conexão com a fonte
da vida triunfante e dolorida
encontros de olhares e risos
O que nada pode
por poder ser
indefinível
Ah... profundo vazio,
como você preenche...
O que sou sem ti?
III
Complexo desvendar de si
lunares desafios
para revelar a pureza
transparecida
O saber se manter
no ato, na quilha
seguir na força
de vontade empírica
curvas e retas
Horizontes destinados
a nasceres e pôres
Amor conjugado
em qualquer pessoa.
01 Setembro 2009
À um amigo especial, Victorioso em potencial...
Não tenhas preguiça de acordar,
abrir os olhos e aceitar que você
e tudo que já te aconteceu, ou não aconteceu,
não são motivos para que percas a fé.
O teu presente é só o que te resta,
não o desperdíce também, basta
os que o fazem por você. Afinal,
ninguém além de ti é capaz de fazer
o que tu tens que fazer, o que te cabe.
A sorte é que não estás doente, pelo menos
não fisicamente... E não adianta fingir,
a verdade se sente, é passada no ar,
tem cheiro e não como falar...
Todos somos importantes no mundo
e nada falta, mas tens que aprender
a procurar, está na sua cara, as
oportunidades para serem usada.
Só é preciso um pequeno esforço.
É difícil, né? Como somos fracos...
Aí o homem criou Deus; para usar
a força necessária que desconhece.
É preciso caminhar rumo a obstáculos
maiores e só então descobrimos o quanto
somos fortes e que o tal Deus inventado
sempre existiu em nós...
Pois o esquecimento é o pecado do homem,
E pecado é tudo que é em excesso,
o que não é saudável, nos atrasa
as vezes levando a caminhos errados.
Mas é fácil não se perder totalmente,
é só estar atendo aos sinais e saber
deixar-se guiar e deixar o que passou
pra trás. Levando consigo apenas o
necessário, tudo é aprendizado,
e tens que saber usá-lo,
não existe errado, mas existe a luz, o amor,
e todo o resto é apenas resto.
Depois de cheirar uma flor
não vais querer de novo a merda...
Acorda, meu amigo...
é urgente! Não fique aí parado,
tem o mundo acontecendo...
Pedro Henrique
29 Agosto 2009
CEP 19
No CEP 2000, 2000?
Não sei por que, não importa... até eu saber.
Mas desse evento experimental poético,
pelo menos dois seguido de quatro zeros,
universos se encaixam entre o silêncio-escuro
e a luz-verbo. Do palco de onde nada se vê, se fala
para quem de fora ouve qualquer alguma. coisa. palavra.
poema. som. que se vai - e se esvai som que sai -
que entra por algum lado... também de si, dos artesões,
da palavra cantada, encantada, fluidez que nunca acaba.
Lânguida prosa com ou sem ética, tanto faz, tanto, pelos egos que
se integram genialidade viva, por versos que se eternizam
e matam, quem sente, de lucidez, que simples passa....
Pois a rua convida a novas poesias
e até outro CEP há muita flor pra se inspirar.
Pedro Henrique da Paz
25 Agosto 2009
Sinal de Luz
Onde dá
a fresta
da janela?
Pra onde vai
o Caminho da Espiral?
É o mesmo de onde veio o trovador
que aprendeu a contar
causos do mundo prosopopeico?
Um lugar que se esconde
além do escuro,
na brancura das nuvens,..
onde a magia reina entre
o céu e a terra, e que está
aberto para semear...
Quem conhece o segredo para
atravessar a passagem
que não é por porta nem
por chão? E as notas
que fazem vibrar as montanhas,
a qualidade com precisão?
Sei que olho o que não
posso ver por enquanto, mas
me abro primeiro e
a parte subentendida vai me
entrando, aos poucos, sem dor.
Queria poder dizer, mas
é questão de sentir e ser;
Cadê seu olho de cor amor?
pedro henrique m c da Paz
20 Agosto 2009
A Piscina
Recipiente líquido, elemento plástico,
tudo integrado, matriz espontânea reagente,
natureza receptiva do "vazio",
expressão de afetos instantâneos,
reflexos: de cores, imagens e texturas,
anteparo de criatividade orgânica,
passiva, em branco infinito,
universos paralelos em questões
de perspectivas, matizes vivas,
preenchimento, a água bóia em si,
tempos que se encontram em movimentos
de ondas mecânicas e eletromagnéticas,
sem formas definidas, translucida,
superfície mágica, sem palavras.
Phd a Paz
15 Agosto 2009
Insights on the Night
Do escurinho mais gostoso,
afinal, só estou tornando
a vida poética...
do barulho estrondoso,
esse o ofício
que ouso ousar
escala oitava àcima !
e meu sorriso ainda é
grande demais para
sorrir toda vez...
os estimulantes
entusiásmicos
que me levam ao
me tirar, colocando
... percepções ...
Coisa coisa
que vibra
que flipa!
E Salve !
Curto o auge!
Elevante...
elevar e avante !
de crista em crista
e através de mim,
talvez nós, também
sejamos...
Desenhos
que transparecem
que seguem
errando acertos;
da arte com qualidade
de espiritualidade!
Maneiras de se libertar
e desentoar entoando
re²stímulos...
que não precisa ser de volta
mas acaba sendo, em não tendo...
Que agora?
Que longe?
Que daqui?
a contar poesia ...
O simples bem
mais simples do que
o complexo ...
pra onde a gente vai...
Replicar
pelo sou de direito,
metamorfológico...
e...
Real.
08 Agosto 2009
- Poema de "Sou" Definitivo -
Sou das ondas do Sol e dos raios do Mar,
concebido no Rio, do útero das Pedras,
sou brilho do som, vento de cachoeira.
Da fonte inesgotável a luar, sou
boa²venturança de amor da floresta.
Eu e eu das estrelas, do mais elevado planeta,
sou servo do rei que não reina, poesia!
Também sou centelha do infinito,
com suas extrapolidimensionais raízes,
uma imagem, rítmico, um clique
que nunca se apaga, reverbera/ressoa.
Invólucros, ou qualquer outra coisa,
sou o que não esquece a si e
caminha com a lembrança do é,
presente presenciando, o ser, e essa chama.
Atos de libertação do que está aprisionado em mim,
Sou minha chance, aqui; Sou meu destino, agora.
Por mim mesmo, divino; pelo sopro e a inspiração.
Mais tudo mais sem mas, sem mais, sem, mas...
05 Agosto 2009
O Gosto de Agosto
Doce, há um algo de jeito doçura do beijo
no momento após o amor feito, carinho de fogo
macio num eterno vai e volta, subindo
crescendo, fundo no âmago do experimental
reinado mútuo inexprimível e ainda
concebível na existência da acidez
ao mesmo espaço enquanto o foco
ofegante sinestesia fantasticamente
de forma indocumentável
com o som do toque silencioso,
sussurro indizível de cheiro,
ao deitar-se deixar para tudo e esquecer
presenciando o show de fluidos em todos
os campos e pontos do exímio prazer
contemplativo, estado de
continuar, permanentemente esotérico e lúdico.
Pedro Henrique da Paz
30 Julho 2009
Sobre "Eu te Amo"
O amor é antes,
é alma e qualidade...
Eu te amo,
são palavras
e necessidades...
Não é preciso
como o nascer da fonte
é eternidade...
São formas de instantes,
à completude,
de amor à tudo...
A partir de si
tornar-se no outro
bem-aventurança,
ao soltar, entrega
e livre dançar...
É o propósito
da existência
humana, reconectar-se!
Pedro Henrique da Paz
29 Julho 2009
Êxodo Urbano
Foi meu bairro (Leblon) que mudou
ou fui eu?
Admito que troquei de quartos,
bemóis e maiores, com a Lua,
que mingua e sobe, ainda a mesma,
mudando... sempre é, tantos,,,
hoje gosto mais de tantos, mais de tantos,
e minha criança ainda está criança,
semeando algo de inocência de estar,
perseverando a esperança de sonhos,,,
me ensinando a preservar, para avançar...
alcançando
e tenho visto tudo crescer exageradamente,
vício em cima de vícios,
e nada segurando,, segregando
o que resta de naturalmente lindo (?),
sem ter que ser único, é ser tudo,
e o mistério do vazio é fundo, e cheio
de vários, (dimensões plenificadas
e tudo mais sem mas)...
É melhor deixar viver sem impor,
que já tá ficando intuitivo... o modo
Logo o bloco evolui e brilha estrela, juntos
natureza, música, conexão... fótons
É deixar,,, e não ficar esquecido
porque sim,,, está acontecendo!
Pedro Henrique da Paz
22 Julho 2009
O poema sem fim
...
De muita lá,
o horizonte
traz àqui.
...
E não se parece
com o que é,
é.
...
Preciso como o Eu
Infinito como o Caminho
, presente e objetivo.
...
Antes de tudo havia
a essência de tudo.
Numa harmonia tanta (ou tântrica)
que nada precisava existir.
...
E assim, com a presença
da ausência, começou
a existência (ou o som do silêncio)
...
. Música.
E dá música continua
a espectralar
movimentos e matizes
coloridamente vivos.
...
De lilases a lazúlis
rios e nuvens
de vazio pleno espacial.
...
Dividindo
Multiplicando
...
Todas e Todos
...
Orixás
consciências
animais
poderes
eus
...
d'Aquele Quem Deu
...
e mantém
, destrói
e cria
...
O poema sem fim
...
Pedro Henrique Medrado da Paz
18 Julho 2009
Consciência de Krsna
Mônada
Morada
Suprema
Eterna
Amor
Vrindavana
Floresta
Encantada
Existência
Flor
Tulasi Devi
Persona
Forma
Conteúdo
Qualidades
Passatempos
Transcendental
Uno
Prática
Espiritual
Misericórdia
Viver
Lembrar
Servir
Jaya Gurudeva
Premananda Das - Pedro Henrique da Paz
08 Julho 2009
O Caminho Vem à Nós
A Luz, faz curva
por reflexo /fracionais/
Eis o processo de cura:
Há que alimentar.
que o brilho dura
elementar
e ainda
lá e tais
variações,
vibrações...
quando estou
em contato e
sempre fui sempre
aqui antes, meio...
Nunca é fim...
O fim é o agora
é o que o é pra
frente, nascente
e também no poente
iluminando o escuro
e pelas
terras do espaço
vagos pontos
do tudo, refluxos.
Pedro Henrique Medrado da Paz
06 Julho 2009
Ao Nagual
(Nagual é onde está
tudo aquilo
que não pode
ser nomeado)
Numa mesa vazia
tudo o que existe
a torna vazia...
À passar o tempo e vidas ,
goles de cachaça
e tragos de fogo
não tiram de cada coisa
a potência sublime
de encontrar-se fora
com o que não existe
supostamente.
PH Medrado da Paz
20 Junho 2009
Meu Vigésimo Solstício de Inverno
nada me domina
só o nada
agora
só o agora
e apenas versos quero
e os quero tanto
quanto me perco
em tomar-me em solidão
não os tenho
embora deitemos
juntos insones
só a passar
tempo
intento
anseio
por carencia
leio
estrelas
que não traduzo
mas acredito serem
expressões de Deus
que é de onde vim
do nada de mim
que talvez só Ele saiba
me fazendo igual
ao som da noite
grande iluminada
risco e chance
cheguei ao ponto
que não lembro
onde estava
para onde irei
e tudo, tudo vai
quase 21
é solstício presente
e meu inferno astral
exalando no leito
de minhas dúvidas
ter um propósito
ao pensar talvez não ser imortal
(e agir como se eu não fosse)
pois também é inverno
chegando
embora adiante o dia aumente
e só me escondo
por enquanto um pouco
sorrindo o minguar da Lua
que não sei não copiar
minhas verdades que
existem sem mim
principalmente
em
tanto querer por não saber
a respirar por quês
- ULTREIA, ULTREIA, peregrino
quero sim, quero sim viver,
viver, quero sim viver.
PH Medrado C da Paz
15 Junho 2009
Bailado
danço o encanto
busco brilhar
no alto com amor
sou parte com tudo
vibrando meu suor
na viagem do mundo
eu tenho pra dizer
porque posso sentir
está esbanjando
dentrinho de mim
firmando e afirmando
por onde devo seguir
a estrada é incerta
mas dá no mesmo fim
a beleza da força
é o que há de melhor
dá o que é preciso
sem cobrar do que doa
tem a cura da dor
tem o que eu necessito
vou alegre a limpar
o que posso ser bom
encontrar a doçura
com o toque maior
com que possa voar
e me encontrar
pra cumprir minha missão
a todos ajudar
com o meu complemento
é o que tenho a fazer
a cada passo profundo
até o centro de tudo
também no meu coração
a fonte de luz para seguir
pelo Caminho Supremo
o Absoluto.
Pedro Henrique Medrado C da Paz
05 Junho 2009
Pra ser sincero...
irrestrito, eclipsado
pelo eu sonhando sem lembrar
de acordar, tendencionado.
Pelo... em que há massa, acumulada
que vem de alguma parte
interferindo possibilidades.
Não, sim, não posso deixar
de cogitar muitas e ficar entre...
porque sinto que há meu lugar
entre até o que estiver, entre,
entre agoras. Se sou sempre e
sou tudo e somos e mundos,
por que servem de escudos?
De véus que inseguram os passos
próximos, quando me falta impulso
e coragem... falta pouco,
sei ser impulsivo e corajoso.
A força em mim, tenho como
conceber, como fui concebido
e ainda toda a concepção...
todo erro existente certo
no infinito explosivo que
se ramifica de um coração,
raízes e galhos tocando
a sustentação do movimento,
feito raios que se curvam
e desenham flores, tecem cheiros
sedosos, de toque fino,
que tem o poder de levar à loucura,
sanar a busca e a semente espiralar
fecunda, até o céu que já nem é mais
céu, e a terra? É ou não é só mais uma
esfera? Chame como quiser.
Nem se trata só de ver, trate de ver...
é o que quiser, e falo pra mim:
Que há em você? Que me sinto sozinho
despindo o brilho sombrio
da pureza embriagada. Me encontro
as vezes, no sempre, na jaula
aberta em que ouso a valsa rasante...
do brotar da fonte, de poeira,
cósmica, viva, em inquietude de poesia...
na viagem, me perdi para me encontrar.
Desamarrar aos poucos, nós,
que me libertam... e seguem ainda
pairando para que eu não caia sem cair.
O que importa no pulsar de que tudo
pode e conspira junto,
vestido de caos que não é absoluto,
beleza relativa, natureza vespertina
do contínuo. Só sentido transcendente
do que propaga, e propaga que é receber
o serviço de valer Sua essência
imaculada, que reside, persiste e vinga
o bem, bem,.. sem avessos nem poréns
sem medos nem dúvidas.
Risco difícil o de ser digno,
ter nada que é tudo ser,
assim o meio e o mal, dar e receber.
O fato não é nenhum caminho fácil.
Há que se espreguiçar para atingir,
desde si, eu, aos poros vibrantes
do não disperso. Cria que cria...
no espaço aberto, com as sintonias
de todas as partes, de todo verso
que se comunica numa escultura proferida,
arteada pra que viva.
Ph Mc da Paz
02 Junho 2009
30 Maio 2009
Poética
Sua poesia foi tragada
por todo o vento que passou,
não sendo sentido.
No momento da radiação dos pensamentos
influenciados a todo instante,
não sendo sentido.
Pois em seus sentidos estão
as angústias do não sentir.
Perde a pureza do verdadeiro eu
intrínseco no coração porém
já não tão importante
quando camuflado pela ilusão
do falso ego...
E nessa fração de tempo
num espaço onde há tanto a superar
continuamos amarrados
à cadeia de possibilidades
explorando sensações...
tornando-nos exploradores
de nós mesmo.
PH da Paz, poema antigo.
27 Maio 2009
Impalpável
É muito doido o doído
eu que sinto o eu que ajo
eu que ajo o eu que
sinto
e também ao contrário
não volto, propago... e ENTUSIASMO
VERDADEIRAMETE
ao que me é dado
imanência
consigo ou não contínuo
que faz parte
se torna, o que compõe, se torna
permaneça unido
AFINADO INFINITO
apure os sentidos
Liberdade é seguir
com o que contenha
isto tudo que for
com harmonia qualquer
Destino é o ciclo
de tudo que é possível
uma relação divina
geral.
14 Maio 2009
Se um.
Se microscopicar macroscopiando-se
Sê macroscopicavelmente microscopiavel
como toda boa síntese abrangente,
Sê mariposa e borboleta,
libélula negra de fogo estrela
no espaço com planetas e
átomos, redundante espiral
espiritual, cópia original.
Se sublimar de qualquer -
sê - fluxo que desce ou
sobe e respiração, palavras
que nada são. Se um.
SÊ UM...
Da raíz que vem do
centro, da semente enteógena,
da substãncia ativa que
verassifica.
Sê catarse que fica e espatifa,
se expansão, se recompõe
diferente pra frente,
sê sua missão. Cumprimento
ao dever, no direito do devir.
(Se) existo por aí.
................................................'/. pedro henrique da paz '/.
11 Maio 2009
Temporaria
Coletar os sonhos que desacreditamos
para revelar o que há por trás dos panos.
A sucata intocável mantida por constituições
mercenárias... tempos passados iguais a hoje...
tecnologias hipócritas que afunilam o contingente
Vida e morte rolando nos dados e peões ignorantes
pagando o pato... Cartas na mesa e burros na cadeira
Titica na cabeça, valendo um galo, grávido de gemeos
Agora com tudo perdido vou apostar o suicidio...
Passou graças ao Pastor...
O governante do mundo tirou a decencia
do porquinho verde onde se guardavam tesouros...
Quebraram o que restou da caixa de pandora
Felicidade ainda ver estrelas na televisão
não me arrisco olhar o céu e levar um tiro,
da última vez roubaram meu relógio...
fiz um amigo na praça que me falou de destino
e livre arbítrio... mas agora ná praça há um edifício
Já perdi 3 anos da minha vida em elevadores
mas ganhei uns quilos...
Aí ouvi uma piada sobre um homem que não tinha
carro e morreu atropelado...
Já faz um tempo ou dois? O que foi determinado...
Atentei uma velha ao sair nu, esperando respostas
porque eu também esqueci de como nasci
sem lado.
.
phmedradoda paz
04 Maio 2009
Porque há vida !
Viva
que tão presente está,
na terra acolhedora e disposta,
por tantos fios a cuidar,
porque enquanto se move,
e tudo move e fecunda,
enseminar de possibilidades,
porque talento, pra que use,
tanto que ainda cedo,
no próprio agora inquieto,
baixando que manifesta,
porque é o plano que oscila,
também e só em aparencia,
guardado que se esqueçe,
porque tudo dá e não resiste.
Pedro Paz
29 Abril 2009
quase tântrico
percebo a transparência ,
que revela, que come,
silenciosa, enquanto seco,
ficando molhado
surto com as bordas cheirosas,
e os olhos rosas enrigecendo, moles,
ao trotar do toque
alimento o calor obsceno, que
escorrega pra se tornar pleno,
caretero, honroso, como um palhaço
inauguro gemidos enclausurados,
do universo, que veste, pelado,
suavidades
sopro, em expansão e
morro homem, esforçado,
do êxtase
renasço criança,
com imaginação que dança,
incondicionada.
pedro henrique medrado
20 Abril 2009
ÚNDIO
Me acorde na hora
de sonhar, num
impresensível amar...
Começe no que passou
e que está acontecendo
esquecendo que me lembrei
que estávamos
ando, indo, undo...
endo e ondo também
quando coloridos
exalamos fios, rios
que nos unem e
conduzimos vida
no estado único
nomeado amor...
Sussuremos os olhares
que tocam precisos, finos
e me dê o gosto de ser
com você, quem sou.
Pedro Henrique da Paz
16 Abril 2009
aão
me extinguindo em pedaços de fim
propagando vida afora...
Lembrar o que apavora
Desejar o que ilude
Assim, o que não faz... o que pra mim?
Em crise existencial de toda a existencia
Em ré, réu, revezes revezando tudo...
Um absurdo de coito, gerador de biscoito,
meros petiscos pra outros bixos em seus níveis,
naves complementare, metalinguagem
solidáriedade.... Em sonhar, desligado.
PedroPaz
14 Abril 2009
Jasmim
Com pureza sermos
o mais verdadeiro
o quanto pudermos
expressemos
entre tantos
o sentimento que somos
aquele intrínseco
do Caminho do Coração
leva ao encontro
não o primeiro
senão o contínuo
de novo
onde um gesto reconhece
um toque familiar
que de um jeito novo
lembra saudade.
Mundo transitório
manifestações tão lindas
acontecem tão diferentes
no entanto se repetem
e nem tanto se repelem
unidos
complementares
mesmo que opostos
compartilham
a grande emoção
transcendental.
PHM - Premananda Das
09 Abril 2009
02 Abril 2009
Explanando
aqui ponho meus sonhos
os sonhos estranhos
que contém todos
dentro de outros
em que não acordo
eu que influencio
porque imagino
logo existo
antes vivo
sendo tendo sido
o que não lembro
mas condigo
com todos eus
que existiram
e ainda sinto
sendo único
e sendo tudo
sempre umbigo
junto ao ciclo
gerado filho
gerando filhos
em movimentos
que se perpetuam
livre do que
não, é possível.
PH MC dP
27 Março 2009
Universo Florido
Flores desabrocham
vaidosamente puras
para que as portem
em expansão...
com beijos de amores,
no carinho natural
que alimenta o espírito
nos perfumes coloridos
da reprodução...
assim que brilham,
pela terra e pelo céu,
passeando no espaço,
em busca do perfeito
receptáculo
que possibilite o fruto...
no suavissímo fluxo
da entrega, cuja liberdade,
ascende no pulsar
de nosso próprio centro,
pelo trilhar da criatividade
que nos comparte...
do fogo primeiro
da água no berço
da terra que vinga
do ar ins pirado
da luz que irradia
a Verdade em uníssono,
o encaixe das partes
permeando o infinito,
consciente, em altas
dimensões...
desde o princípio,
afirmando no meio
que conduza contínuo,
baixando e subindo
sem receio...
com sim e não
e sem e com,
coisas e coisas
que não importam
pois existem as brilhantes
que ofuscam olhos...
mas tornam claros
caminhos possíveis,
sagrados e alquímicos
para que a vida insista
e tudo propicie,
sem o exagero, que extingue...
neste jardim artista,
em que cada célula
sabe dos seus limites,
transponíveis, e está
integrada com seus tempos,
do que vem e vai passar
continuando sendo...
Pedro Henrique Medrado
26 Março 2009
Soninho
do poço do mundo
o ponto mais obscuro
da noite de mim.
Esqueci a que vim
ou fazia no fundo,
meu próprio infortúnio
perdido em "devires".
Encontrei que sim
não sendo barulho,
um simples segundo
de uma luz feliz,
que fez do meu nariz
um pontinho seguro.
19 Março 2009
tocar
em que estou percorrendo
junto a muitos universos,
desde molécula, antes, mudando
esferas, que tem lados
e momentos ad eterno.
estouro matéria e me coloco
carne para vibrar maravilhas,
com esta forma primitiva,
para explorar os sentimentos
de suas origens, aonde estou (?)
vivo pelas energias manifestas
da intuição que coruja quem sou.
ação desperta em visões presencia-
das. nos sentidos que atingem a
'profundidade que é profunda',
solitária e específica fase
intangível literalmente.
descrevo as curvas, nos passos
diários, de toda a existência
do mundo, no eterno segundo;
fujo e bato de frente com o
seguinte inevitável: não há
improbabilidade.
de certo, a matemática
torna o errado parte
primordial ao aceitar
o mistério que não há
que compreender sem contemplar.
quando mergulho para
o movimento conjunto,
ao meu encontro( na
ordem do ser), posso deixar
de tentar, para conseguir.
nesta reunião perene, o
agora, aqui que todos fazem,
Sóis, Luas e Estrelas.
Pedro Henrique Medrado - Agora
15 Março 2009
Contínuo
Estou num momento
de viver
mais que escrever.
Mas como tudo nesta
vida, é mutável,
sujeito a predicados
variáveis, com direito
a reticências...
(ciclos, fases, viagens)
a melhor poesia, que é
a vivida nunca estará
concluida...
nem tudo que em tantos
dias foi criado
(que ainda acontecem)
inclusive o não nomeado,
(nem tudo é do verbo)
pode ser reinventado...
O intervalo que é parte
e preenche o círculo,
os espaços vazios
em torno de núcleos
que proliferam...
Artes lindas
que não permitem
comentários...
não necessita inchaço
basta ser vida,
logo, poesia.
Pedro Paz
07 Março 2009
ONI
Reencontros são plenos de amor.
Se expressa um carinhoso abraço
com o olhar sorrindo desde o coração,
cruza-se o corpo todo entre os braços.
Então novamente mais um lar,
o voltar é viajar... de casa para casa.
Nos conhecemos por tantos lugares
onde temos corações que batem por nós
mesmo ausentes. Pelas viagens, ao ir e vir.
A cada reencontro um novo encontro,
novos velhos lugares e não-lugares
a serem expressados que como se estivéssemos
juntos também os experimentamos pessoalmente.
Nos damos conta que sempre estivemos presentes...
Juntos em sentimentos, pensamentos, movimentos,
havia corações por nós vivendo.
Tudo está sempre encaixado e conectado
não sendo as distâncias físicas as que separam.
Sim,
Não existe onde não podemos juntos estar...
Estamos juntos em qualquer lugar!
- Pedro Henrique Medrado,
poema antigo, agora, em casa.
28 Fevereiro 2009
Instante Instante
do que tem prazo de ser
a cada passo sem porquê
busca a mais cômoda inércia.
As peças da verdade que estao dispersas
fazem do verbo no espaço ser ter
por controlar tudo por dever.
sem permitir que a energia esperta
por si só afete, sem rédeas,
na pura inteligibilidade de reconhecer
o caminho inerente de cada poder.
O que com a vontade e a espera
se faz harmônico em toda a esfera
de possibilidades, de si, compreender.
PH - Cusco . Peru
Constante-Explosão
dançam cores em sons
que preenchem
toda magnitude...
Lábios se encostam
desde os prolongamentos-
sorrisos interagindo
a natureza...
O amor é o ar
e a terra que unem
e se unem ao espaço,
e o universo que estala...
Juntos os elementos
constelando combinações
no encanto dos instante
em que os afetos se tocam...
PH - Isla del Sol - Bol
23 Fevereiro 2009
A Vida Além da Vida
a vida
Além da vida.
Enquanto seja
o que não existe
e existe
em quando há
qualquer que é
com o não.
Um desenho
de embaralhe
mutante...
Giro elíptico
de idas revoltas
e transeuntes
Além do em
em sempre...
Pôr quê. ...
Há vida além da vida.
PHdaPaz - La Paz
17 Fevereiro 2009
AQUARIUS
me descubro descoberto. vou,
descobridor de incidências
que tendem a co-incidir.
pelo rio - instantes de fluxos,
intensidades e rumos singulares.
tão possivelmente, sim / não,
afetos diferentes nas suas bolhas
imensuráveis, também diferentes
à leitura própria dos distintos quadros,
vistos aos olhos, sentidos ao tato
muito além do somente corpo físico,
do qual cada e todos tem como presente
mais outros dos que vão para onde vai,
de todo padrão que também é existencia,
luas novas e cheias, ciência, planetas
óvulos, estrelas e o verbo constelar. edif~icios,
lagos, vulções e maiorias, massa, povos e peso...
transmutação pela sabedoria e firmeza de seguir
tendo assento, dom, e guidom para avançar...
à unidade do todo na totalidade do uno.
LIBERTAR
PH - Oruro, Bolivia
11 Fevereiro 2009
Antídoto
Seres humanos, sintam o que tem para sentir
de bom e do melhor. Já deu o sofrimento que fizeram,
acordar é perceber que agora é a hora de fazer
bem que vá cultivar e florescer, abraçar o mal
com o poder do amor que faz curar, se elevar
e enfim, todos se erguerem, sem o egoísmo
do auto-beneficio mas sim a consciência do coletivo.
Força que as mãos dadas vão se ajudar
e o bailado, a energia, fazer vibrar.
... continua
PH - Oruro, Bolívia
07 Fevereiro 2009
Ervas e Pedras
Poder de cura radiante
paciência, metamorfismo,
a sabedoria para lidar
com o intuitivo cósmico
de formas e cores espetaculares,
força que aterra e faz voar.
... continua
PH, Potosí - Bolívia
02 Fevereiro 2009
28 Janeiro 2009
Govardhana
de longe
e lá de longe
há horizonte
um monte
não se esconde
tantas variantes
chances
em constantes
hojes
caminhantes
transes
e estranhos
transtornos
transponíves
que acompanham
os triunfantes
e seus delírios
de ser gente
concebendo o divino
trabalhando difícil
sem a doença
impersonalista
que desencaminha
ao cume
dos planetas
inconcebíveis
à Consciência de Krsna.
PREMANANDA DAS
29-01-2009 - Corumbá - MS
23 Janeiro 2009
SOL
enquanto em quantos?
cantos em cantos
encontros encantados
sentimentos duais
dúbios duplos lábios
que sorriem em bocas
corpos e virtudes frias
inflamáveis vontades
de ser tudo em nada
multiplicar sem dividir
que coisa só não é de brilhar
sem corrente que sustente
as explosões que alimentam
o fluxo, a constancia, sem tempo.
php
22 Janeiro 2009
*
a.simplicidade.de.existir
poderia.ser.mais.divina
vida,haje,hoje,renova,sempre
a.possibilidade...porquê
signos(e)panes(normose)
a
proseguir...
a/edição/é/constante
trans-formação
a-realidade-não-é.
o-que-parece,
(padece)
Vindo(e)Voltando
até*JAH*
16 Janeiro 2009
Ver da de ir a mente.
Mas o tanto que me iludo
para trás
deixarei?
Quando?
Eu quem em meu lugar confiarei?
Vou aprendendo a limpar para sujar
onde já não bastam arrependimentos
Salivo o que engulo e não vomito...
Ainda racionalizo o que sinto confuso
e não consigo seguir sendo sem desandar
cada apego que desmistifico e não desapego...
Empato o cabo de guerra por enquanto eterno
já que não me deixo vencer meu Caminho,
que estou a assumir, tenho fé e desacredito,
a cada desejo pelo desfrute que só não consigo ...
Essas mentiras que me conto sinceramente
e que só o são por não conseguir vivê-las sempre.
Tento ir além de um parâmetro e ainda creio...
Que só o que tenho a fazer é viver
em meio as verdades que não o são
ainda suficientes para eu ser.
Tropeço no receio do que posso perder
me acho afim do que é não é pra mim,
Posso parecer louco mas não me importo
Se estou chegando perto de um lado
fico mais longe do outro, do escuro
o qual ainda me identifico por ter nascido neste mundo
de lugares tantos, tenho o meu, e ainda migro
às vezes que não sou firme o bastante...
Que há algo dentro à procura por fora
Só preciso me expor pra mim nesse instante
Entender o que sinto neste aqui e agora.
Pedro Henrique Medrado C da Paz
14 Janeiro 2009
Luar ao Mar (ou Mar ao Luar)
Ah...! Nasce Lua!
Apareça e percorra a cúpula giratória pré-histórica
a encher, inda metade boiando no mar
com a outra parte embaixo d’água
além do horizonte a raiar.
Faz sua luz dançar ao mar
pelas ondulações e suas combinações,
faixa celofane brilhante
de lá até cá
fluindo o fluído iluminado
em movimentos inconstantes...
O reflexo da luz que vêm da Lua no mar.
Do vermelho ao branco contrastando
com o azul que enegrece profundamente.
E lá está a sorrir a nós...
Observa-nos oh, olho mágico!
Entra!
Seja bem vinda!
Luz que não é sua, Lua
permita que nos vejamos
pregada a nos sustentar
no alto do céu
nosso Espaço Lar!
Pedro Herique Medrado C da Paz
02-05-2007
09 Janeiro 2009
Conteiner de Pandora
Viagem, viagem, viagem !!!
É isto, meu irmãos e minhas irmãs...
É tudo família viajante, eternamente.
Na espiral em tudo presente, guia
de cada instante, contínua entranha
de mistérios ascendentes e novidades,
não tão novas. Reconhecimento de estar
toda parte sendo percorrida por outra
parte de nós, que somos um, família,
habitantes de um corpo que tudo em si
compreende, na corrente de prolongamentos
que abre e fecha para o melhor entendimento.
Para a afinação na batalha de ficar em pé
e caminhar no mundo, ter fé no escuro.
Luz, que sinto, regindo o Caminho, a frente,
a mim, permanente emanencia pelo infinito.
Toco a você nestas palavras, pelo que você
me toca sempre, o entendimento, a inspiração
pelo ar de cada dia, noite, passagem pela
felicidade que a cada contato ínfimo gera a angústia
de se fazer apurar, pelo tanto que se pode, podemos,
Porque com as podas, ilusões e dores, vamos crescendo
Porque uma fagulha tem a qualidade do fogo
Uma montanha é só uma pedra, assim
como a areia, ou toda a Terra...
cada todo têm todos
e olha, que é só matéria
sinta, que tudo é energia
e nos cooperamos na maior nave de vida
afetanto todo o Cosmos, micro e macro
contribuimos para a jornada coletiva
navegando de ilha em ilha, no vácuo
de um passo que logo é esquecido.
Sem nunca, nem não, tudo se afirma e reafirma,
no jogo da inércia e impulsão que se quebram
e se regeneram a cada conflito.
A verdade, que só hiberna no que não sai da caverna,
do buraco negro que é ignorância indigesta
que só o mal planta, que falta esperança.
Pedro Henrique da Paz
02 Janeiro 2009
Destrinchar
Coisas feito espuma
de estranheza inestimável
Há vertigem em grandiosidades
O todo pouco plausível
percebível à mera loucura
Há vida em pequenas partes
Coisas simples e frouxas
de leveza desprezível
Há exclusão em destaques
O todo entre labirintos
suscetível ao fio da cura
Há porque está sendo passagem.
Pedro Henrique da Paz
22 Dezembro 2008
Metafísica do Som
Envelope para entregar
o que está além...
ainda sendo necessário
ser em matéria para levar,
as ondas sobrepostas,
impalpáveis e eficazes...
a chave para atravessar
a fechadura que impede
passar da porta e sair da mesa...
para o metafísico contato
imediato com as sensações
coloridas invisíveis
que ligam lá e cá,
o que não concebo
mas posso intuir...
algo que vibra desde o mais
dentro de si possível
até tornar-se a combinação
que sou capaz de tangir,
recheada de metonímias subliminares,
me afeta com o ínfimo todo
que não atinjo conscientemente
com os limites freqüências deste corpo,
e que faz transcender.
PHMEDRADO
19 Dezembro 2008
Troveja, Troveja
Troveja conforme quiser,
o céu, caindo na farra,
extravaza maluco,
batendo pé no chão
de birra com a terra
Seu choro jorra um manto,
cativante e puro,
em sons manhosos
que estendem o véu turvo
escondendo o anil.
A maré gargalha
no fluxo de limpeza
ressacada pela cura
de evoluir e chegar
a fartura e abundância.
Um bom fim de
descer e valorizar
a abertura rotineira
esclarecendo o
renovar de dentro.
A vida atendida
nas expectativas
de seus capricho
passa e volta do colorido,
sábio, que quer vingar.
phdapaz - Oruro, Bolívia
15 Dezembro 2008
O Tao da Poesia
Qual é
dessa tal de poesia?
A quem serve afinal
a refugiar tanta agonia?
Fala de tanto de tanta coisa
e das mesmas não se cansa.
Onde está tua intenção, poesia?
És por indefinição:
um mero deslumbre
daquilo que insistes em apurar...
ou
nem fazes por tentar apurar
só sendo por ser
qualquer manifestação que
sem diferir qualidade e quantidade
só quer ser poesia...
com ou sem métrica
com ou sem rima
Quem poeta te faz?
ou...
Quem poeta, tu faz?
Tu, poesia, onde te encaixas?
Tu és causa ou consequência do poeta?
Qual verdade é tua farsa?
Volúvel essência, que vai...
Mas indo, qual o teu fim?
Água que sai do meu ego
mas é o falso de mim.
Enquanto esfinges
possíveis especulações,
interpretações ocas,
subjetividade enigmática,
crítica datilomântica e sem cabimento,
vontade usurpadora que
limita o que não tem palavras,
fingindo-as ser o que não são:
Narcisos em forma de versos alucinados
para quem carece a alucinação de ser auto-realizado.
Tal seja, poesia,
que possa ajudar alguém pelo Caminho
que não escuta, senão capta
nem palavras, nem imagens
tampouco som...
Que ao sair, poesia,
lembre-se
e manifeste Deus...
Pois a possibilidade de criar
é antes Dele
e se tens capacidade (merecida)
Ele é quem deu.
Premandanda Das - Pedro Henrique da Paz
10 Dezembro 2008
Na Cachoeira de Mamãe
Eu de mãos dadas com a cachoeira
Despido sendo parte da natureza
Minha mãe que me põe no colo
E me bota pra acordar do sono
Acariciando que até dói
Limpando me recompõe
Véu líquido esculpindo
Com amor que escorre cristalino
E abraça até minha alma
Carente dessa energia sagrada
Que me encosto sendo filho
Pedindo benção e carinho
Me dá licença para entrar em seu ventre
Me carrega consigo por seu leito perene
E da tudo que é de si como alimento
Mais uma vez a mim concebendo.
Pedro Henrique da Paz
*recebido na grutinha do horto em 4 de 2008
03 Dezembro 2008
Holograma
posso ser minha própria linguagem descoberta
brilhar como esfera e ainda me encarar
a luz que jaz da fonte que reconheço em mim
e a sombra que acontece em quem não em si
quase que preciso, sendo inconcebível
espelhando além do "in" ou do "ex"
que não é fixo, é zero, o ponto
e pode ser o que quiser, o que quiser
que de qualquer perspectiva está conjunto
contribui à existência mesmo se oposto
retraindo e expandindo segundo o primeiro
ou seja: qualquer um, maior ou menor
sem régua nem nota, sem idade nem números
é renovação constante, movimento que movimenta
nada alheio nem só, tudo aspecto e influência
sinais complementares de um trajeto sustentável
variações que possibilitam aprendizados.
quantos ou
em quantos universos contenho?
Scooba Lua
01 Dezembro 2008
Pedra até que Pedro
Cada gota que me toca
não dissolve o que sou
mas desentope daquilo impuro
que a ser estou...
Penetra até meu coração
por minhas cavidades e entranhas
transformando tudo em algo
mais próximo daquilo que ela é...
Subtraindo-me
Soma ao que sou
Eu, diamante sujo, bruto.
Ela, diamante puro, raro.
Nos tocamos...
ela a mim e eu a ela
trocamos lapidações
nos lapidamos
ficamos lapidados...
É água mole em pedra
mais mole ainda...
Tomando forma...
até que Pedro
nada perdendo
o coração preenchido
que alimentando a si primeiro
tem a oferecer.
Pedro Henrique Medrado
29 Novembro 2008
Murcho
Amor,
ao encher tua bola,
não te enchas de mim
o tempo uma hora sacode
e revela o infra...
que não acabe no fim.
não me jogues fora
sinta-me amor em ti
o tempo também reconstrói
e tece a melhora...
vamos juntos assim.
scooba
26 Novembro 2008
Vou Agora
Vou
organizar meu mundo
com a parte que me cabe
pois não sou o que tenta
nem o que quase.
Vou
participar bem junto
ao toque da verdade
dando a minha presença
para a coletividade.
Vou
ser mais que um número
ser possibilidade
fazer a diferença
fazer de tudo arte.
Vou
compreender os sonhos
tornando a realidade
com conveniência
igualmente equilibrada.
Vou
com amor profundo
compartilhar o estandarte
com todo aquele que se empenha
criando sua oportunidade.
Vou
dominar meu lado escuro
e aprender suas traquinagens
para usar com sapiência
em minha criatividade.
Vou
enfim viver de Luz
sem ser mais meu personagem
simplismente essência
desfrutando a eternidade.
Vou
voar entre crepúsculos
também entre alvoradas
levando como emblema
a energia que propaga.
Vou
transitar sobre e sub
alicerces estelares
em permanente emanência
e propositada liberdade.
Vou
ser a maré do absurdo
que acalma como inquieta
de tanta bem aventurança
que é a divina tragédia.
Vou
brincar bem menino
ou menina, sem ter essa
que assim não é a dança
macaquice não tem regra.
Vou
também fazer rimas tortas
como a vida é desenhada
por Deus, ou seria uma criança?
nada importa, senão a jornada.
Vou
mudar do jeito que tudo
vai e volta em fases
tendo nascido gente
sem estar preso a interfaces.
Vou
endireitar o avesso
esquerdando o cúmice
universalizar a concordância
de tudo que afetos unem.
Vou
acabar sem fim, no meio
seguindo enquanto vale
no que sou por instantes,
em busca da felicidade.
PH da Paz
22 Novembro 2008
Despetala
Semblante ígneo
de suavidez virginal
de flores que beijo
e não machucam
de voluptuosa inocência
que me desfazem bobo
todo afim de brincar
com a doçura que exala
e enaltece em beleza
até que deixa a vida
alegre de sua cor
porém triste de abrir
o broto do passado
preferia não ter espinhos
já que pétalas não sobraram.
pedro henrique
19 Novembro 2008
Radical "META" ( ou meta)
A vida das coisas não são determinadas
à coisa simples e nem por elas...
ainda que sejam
como uma outra partícula de possibilidades
contida em maiores, que também contém em si...
a sua parte,
é feita cor que tem cores...
O que queres???
Por que não te queres???
ser ou não ser
na insignificância que é, porém,
não desprezível, mas com significante...
é a negação da negação...
e o que entra em si para sair ( de si )
" radical 'meta' "
que fala o que diz, inclusive a oposição
para se acabar com as dimensões
e partir para os multiversos...
uma nova leitura
a partir de um novo não-objeto.
Pedro Paz
18 Novembro 2008
Alegria,
que está no céu e no Sol,
ouço-te no cantar dos passarinhos.
E sinto em mim, como a vida que reside,
no corpo, sangue e seiva,
manjar de estrelas e ondas do mar,
vívidas presenças de estar em
grãos que germinam,
flores que desabrocham e
frutos que amadurecem.
Alimentando a continuidade,
as lagartas se tornam borboletas e
mesmo um zumbido é barulho,
o sorriso passa que dói
e a chuva chega do nada.
Um arco-íris surpreende
a conjunção, é o que liga,
o feitiço de não pensando
entender, todo o processo.
phmcdapaz
13 Novembro 2008
2332345,678! 8-:´!! .;´.) I/;~^'.
o que será agora? o tempo está sendo
feito no ar - a fruir - a prosa vai
chegando e indo aonde que não mais ouvido
o presente aí como aqui - que abrimos
e brindamos (nos vendo como não nos vemos)
a este giro completo em que os erros são certos
não é? que tudo sempre muda, muda
e às vezes até explode feito estrela
- momentos cachoeira - ruas que dão pra portas
e lugares como este, ambientes aromatizados
cheios de curvas e curiosidades, sobre o que
pouco importa - e banheiros, geralmente, assim como
generosidade, em ter algo a dar, e coisa que dá
feito árvore... por tudo que convive ou
mesmo coexiste - mas o que não comigo que nem
me sinta em qualquer sentido
- nada tá a bordo que não tenha passagem -
(se fora é porque dentro)
o destino é no improviso mas só com a bagagem que
me foi ofertada - incontido às redes minhas e de vocês
posso chamar de amigos? por causa de quem também
estou aqui? caríssimos, para quais sérios, sorrimos
ou nada... infinito em mim desapercebido
pelos que só querem mais pelo menos
e quem não que sim, seguir em ou além
seja surdo, cego e mudo
então perceba através do espelho,
seu lado escuro.
PHMCdPaz
06 Novembro 2008
Porque Horóscopo
o céu segura estrelas
e solta como o vento de longe
cadente pelo buraco pra cima
com a sorte de ser aos poucos
para o encontro do destino
como liberto de trânsitos
os brilhos gerais e fluentes
de certa certeza em evidência
no estar afetando ao sentido
mesmo inconscientes dos transes
Pedro Henrique Medrado
02 Novembro 2008
Amendoeira
de pedras, céu azul e mar (poluídos)
encontro espécies que não vieram daqui
mas na terra fértil não asfaltada se enraizaram...
A beleza que continha a semente se adaptou
e a cada esquina responde de acordo,
só então pude perceber quanta preciosidade
de tê-las por perto e contemplar tanto que são...
Caem folhas e frutos mostrando renovar
imponência segura entre podas e vassouras
com o respeito firmado de que não esmorece...
Unidos ramos frondosos, são o lar
que carregam em si, a lenda de árvore
qual faz de amendoas serem o formato dos meus olhos.
Pedro Henrique Medrado
02/10/2008
27 Outubro 2008
CALEIDOSCÓPIO
esperança, haver de chegar...
um sentido que não está definido
estrela inominável
um rascunho em branco brilhante
possível intemporalidade
um coletivo com mais contidos, uma fase sem nível
um quadro novo sendo pintado
jogo inédito, dar pra ver
um complexo de afectos indiagnosticáveis, uma roda
inteligível processo plural, uma sonda, uma mandala
um singular encontrando seu espaço no seu tempo
uma composição mútua
um comboio organizado, uma arte...
manifesto visceral
um cúmplice espelho que ricocheteia,
uma corrente que liga e não prende
toque de dentro, inextinguível, uma progressão decrescendo
um bemol protagonista
Fundo de armário sem cor, colorido
um coro de umbigos frios, uma súplica chance
tentações inquietas, uma nudez que esconde
um hábito que revela, propósito de rabiscar influências
uma navalha sem fio, megalomania mequetrefe
um sentimento reciclável,
uma criação baseada
um prodígio outro, capacidade latente
uma voz incompreendida, um novo
gigantes surdos ocupados, uma atenção
um valor de trabalho, tortura remunerada
um saque certo na cara do lobo
uma vitória que não derrota, um crédito
ganho benefício, uma troca de pão
um passaporte para o céu, visto para o inferno
um traje sufocante, uma parede segurando o teto
um aviso de perigo, medo do incerto, um pouco de tudo
uma vontade que paralisa, tonteria insegura
uma refrescancia, um tapa careta
onda abrangente, um fogo que sobe e faz baixar, uma brisa
um entendimento não praticado sem auto-censura
uma corrida de máscaras narcisistas,
um Narciso desconhecido e difamado
conivência conveniente, interesses interessantes
uma garrafa fechada em que água não cai
um porque sem por que, um fábula, mau contacto
um passa pra cá, um leilão de idéias, apuração de afinidade
uma transcendência iniciada, um despertar
uma claridade, um vamos nos amar
um fluxo livre, aqui agora, uma bolsa já estourada
um beija flor anuncia
uma nova era.
Pedro Henrique Medrado da Paz
22-10-2008 mão cósmica azul
23-10-2008 estrela magnética amarela
-------------ano da tormenta elétrica azul
22 Outubro 2008
Perdido um saco de poesia
DERRETEM MEUS DEDOS
e endurecem nestas palavras tristes
de poeta mutilado
sem ter mais o que escrevi
GRANDE COISA DE MIM
nem tanto
vaga lembrança
DE VERSOS / E IDÉIAS / E BURACOS
FALTA NA MEMÓRIA, de onde nasce?
VIVO pela frente, AQUI ressurge
a história que só eu SEI
COMO SOU FICO FAÇO SUJO GRITO VOU VÔO
fora da mente que CARREGO ESQUEÇO
MINTO MATO MORRO MEDO
COISAS que `eu não sei não´
e no papel que se foi e levou
para AGORAOUTROPOSSÍVEL, nenhum (MUDA)
SEM NEM ADEUS, passa rápido
incompleto > >FECHADO ABERTO VENDIDO>>
de não saber ao certo o que perdi
QUE TÁ EM MIM E QUER SAIR
livre da arbitrariedade do tempo
lamento esquecido
GLÓRIAS VARRIDAS POR NOVAS
NADA TÃO IMPORTANTE
há propósitos há destinos há ciclos
HÁ QUE HÁ
EM tortos ... passos
espera, reconhecer, eu mesmo
PARTE TUDO
RIO QUE É MAR
FOGO QUE É AR
TERRA QUE É ÁGUA
malha de vida, DÊ VIDA, viva
VIVA, VIVA! incessante contínua transformadora
perfeição em si exemplar impecável
LOUCA - PASSAGEM -- mutável
DENSO NADA compacto instante
sobre passos despertos
sob passos apegados, chão TETO
TEM PRA DESCER PORQUE TEM PRA SUBIR
TEM PRA SER PORQUE TEM PRA SAIR
E ENTRAR e muito mais, sei LÁ, AQUI
também em mim, além ou não
PALAVRAS QUE SÓ SE PODE SENTIR.
PHMEDRADO CPAZ
21.10.2008
enlaçador de mundos cristal branco
17 Outubro 2008
Desdém
o sol nasceu selando pra mais claro ser
esta parte da eternidade fazer por onde existir
porque nela tudo que vem passa com a marca que deixa
agora tudo segue maneiro com tantas ondas ressoando
a terra marca o andamento sobre si tinindo
as frases vão se soltando com o sentido que for
não importa muito nada é liberdade que está em mim
tem muita gente desentendida que só faz é passear
tanto potencial que tem pra dá mas tá trancado
o medo consome o progresso de todos que evoluir vieram
as máquinas estão funcionando e nós enferrujados
o planeta está obeso e inchado fora do padrão de beleza
a riqueza está camuflada com vergonha de seu tamanho
o espaço sideral já tá pensando em cobrar sua dívida
girando a tanta mesquinharia de um povo mal agradecido
um ponto lá em cima disse que já sabia meu nome
minhas fezes não saem como eu quero sendo eu que como
havia uma porta trancada sem saber o que estava evitando
uma coruja cansou da companhia noturna dos parasitas
há um porque há de se pensar que há de ser bonitinho
mas o que é que é que a memória deixou ficar intacto
a boa é quebrar para ver novas formas que tem um inteiro
a unidade são várias limitadas a um referencial obvio
a loucura é uma palavra com a cura dentro dela e mais
existe tanta coisa que sou fora das regras gramaticáis
e olha um significado embaixo do seu nariz indo pra casa
guardo a chuva no bolso da minha roupa de vento avoado
teclei na carne e no osso pra preferi a cor do vegetal
limpo o nosso jardim mostrando o que nele há de cór
acabo por aqui acabando e partindo por aqui parto.
Pedro Henrique Medrado
25.09.2008
07 Outubro 2008
"Evocando o tom"
sim, porque está tudo aqui
coisas em si, desenvolvendo
e organizando seus tempos nos espaços
Seus afectos sem tempo nem espaço
até que formam as imagens,
a evocação do tom da arte, cura da lama
loucura da alma manifestante...
mais que um que de quântico, harmonia espontânea
as composições presentes que não poderiam
ser diferentes.
Influências vigentes de planos tão horizontais
e além quanto este, do alto aqui, agora
praticando o que leva a entender
tanta entre tantos,
dando e dando e dando...
Certo que não há errado
que não leve a melhorar...
Parece que foi ensaiado, o fluxo tão natural
em toda parte que é, que é Deus
a possibilidade das possibilidades
morte, vida, estrada: caos é ordem
pelo navegar com remo e vela sem enguiçar
tinindo estrelas semelhantes
bem próprias e coletivas
que boiam, brilham, mergulham e pairam adiante
pelo um só que são, o mar e o espaço
e são vários compondo
em multidimensões, multiversos,
multivibrações...
uma cambada de entradas, armazéns, processos,
saídas e matrizes que dão, e como dão
porque são com curvas que a vida é desenhada
e o som e o amor...
A verdade que são verdades!
...e são mentiras
unindo cima com baixo, bem e mal, constantes.
Pedro Henrique Medrado
07/10/2008
humano espectral amarelo
01 Outubro 2008
A Eira da Lucidez
LUCIDEZ
Cor de belas coisas quaisqueres...
Como descritas no dia que virou noite e virou dia seguinte
E um só som compunha tudo, saindo de onde entrava a criatividade
para a criação...
Não começou lugar nem hora marcada, está onipresentemente certo
no limiar do infinito que abre espaço para o contrário que já vinha vindo...
Ali, o aqui não manifestado, agora, igual a outro como este...
De tantas fagulhas iluminadas por seu próprio foco luminoso,
é o que é multiplicado ao ser dividido, que já existiu sem ser
mas tornando a ser o que já existia em si que não se conhecia...
Parte participante ao que... ao que quiserem. Reticências...
As coisas se levam para jardins férteis e vazios.
Jardins férteis e vazios... que sem grades são ainda temidos
porque não se vê o quanto há intrínseco em seu silêncio vivo...
Sementes de sonhos lúcidos jorradas pelo tempo que muda e que não muda...
Na lembrança do que não estava e sente saudade
que conhece ser ausente do que não é o presente
e mesmo assim
compartilha em si a experiência de estar ali, sem ter estado
ou tendo de outra forma, pleno mesmo estando fora...
Qual agora estiver na vez...
em presentes variados para presentes variados...
E este manhoso insaciável que em tudo se encontra
e tudo perde na cômoda imagem que o reflete...
Não chegou, finalmente! E eu na mão, matando a sede
da seca fumaça que já não mais surpreende... ah... tão próximo prazer
infestado por vontade estou a praticar, querendo mais, não dando conta
e sem cansar... essa eterna novidade de amar
Essa loucura divina que encaixa transcendendo a fantasia
plenitude a uma vírgula... sublime ação que abre brechas à manifestação
ao entregar-se ao que vale a pena, na dança que passa pela dor
e o poeta que com inquietude há inspiração... como quem já sabe não haver certo
pois cresce com vitalidade que a hora é esta em qualquer estação...
Medo de ir fundo, medo de altura, cair é fácil, erguer-se, não?
A intimidade é uma benção com um alto preço...
Queira me querer também
Goste me gostar também
Vamos criar juntos que nossas artes se combinam
sou o seu amante e também seu amigo
amoremos nos intervalos em cada um contidos, os inexplorados
e expansíveis à ordem do infinito
surpreendentemente louco, e não ligo
livre, solto, seguro, eu mesmo, na tua, feliz, como nunca
que sempre quis.... a cura: Você em mim.
Pedro Henrique da Paz
28.08.2008
30.08.2008
24 Setembro 2008
Patchouli
nua beleza
pura encendeia
suja alteza
mia inteira
arrepia e moleja
selvagem natureza
a nós permeia
com brilho de estrelas
e fazemos ameixa
a melhor que seja
brincando de peia
que morde e beija
o botão que deseja
o amor borboleta
o sabor sereia
que encaixa de primeira
e um no outro chega
assim pra que cresça
a força que queira
na nossa fluência
gostar da presença
trocando experiências
apoios e rasteiras
valendo a sutileza
bruta que se entrega
conseguindo proezas
amáveis encrencas
com você tê-las
sim vale a pena
aprender a cadência
juntos à transcendência
do que não são problemas
eis a permanencia
do que em nós reina.
18 Setembro 2008
Humus
de mundos ao redor
estrelas a iluminar
o escuro passado que permanece
e liga
o futuro
Então num formigueiro
não sou percebido
só o desastre que provoco
para os outro mínimos
A simbióse não satisfaz
o homem
BIXO de sí possível
ao que quiser
e porque quer
acreditar na escassez
que bom é o desequilibrio
que por causa de si existe
aha
e a Religião é que tem símbolos
negros e brancos
dinheiro
dogmas
fé na ciência que corrói mas mantém vivo
a história contada antes de dormir
pra nunca mais acordar
E cá estou
estrela no formigueiro
a chuva não me pega
mas trabalho para resistir
opero no sistema perfeitamente descoordenado
chóro lágrimas incandescentes
pra que me libere
do mundo não.
LIGO.
Pedro Henrique Medrado
12 Setembro 2008
E TÁ NA RUA
recebo e SOU, montado estou
na Peça do Espetáculo
VITAL revelação dos que estão vendo
meu atuar essência desmascarada
reconhecendo eu-personagem
ENTIDADE GUIA, Lua e Sol, Sol e Lua
ESTRELAS, tal órbitas, quais natureza,
naturais? GIRO VELHO...
e do ponto que parou continua
me concebendo espírito em matéria
uma coisa em todas, nenhuma
e qualquer possível porque permito
neste terreiro irrigar através de mim
o brilho da utopia do não com sim
sem cela, sou rédea telepática
faço bom uso da metástase
expandindo até aí o aqui comum
único e imprevisível para que
experimente-o com seu próprio
conteúdo... Volátil, mundo líquido
e sem forma adaptando-se, oprimido,
o livre sem condição de ser porque
quando encontra o que há dentro é
o que basta para voar... O coração bate
forte na calma do que não quer ser org-
anizado pela construção de cultura que
tortura então, a revolução TÁ NA RUA.
Pedro Henrique da Paz
11.09.2008
05 Setembro 2008
Madurecer
que fica escondido no delírio dos olhos deste
que deixou de ser menino e ainda não sabe boiar,
Talvez não haja nada que não líquido
a permear as linhas que não definem os caminhos...
Sim, reconheço quando não é um espelho,
desfarces é o que mais vejo, enterrando
a tímida essência que se cristaliza
sem saber brilhar. A luz pode rasgar a retina
de quem não respeitar...
Borbulho por onde saem meus flúido
mas não com o nojo de quem não se tolera,
só sei que sinto que há muito subentendido
e que todos temos um defeitozinho....
Graças a Quem-Nos-Deu há esse tesouro
para caçarmos e sermos caçados
Vamos juntos acabar com o começo!
Acordar o que há mesmo!
Desembrulhar o que não é O Segredo!
Ta ali, oh, a montanha
e atrás dela, o horizonte...
E há muito verde pra não fazer cansar
junto as belezas de cada respectivo lugar
É só ir e nadar...
que logo flutuando ao todo
mergulhando até quando não conceber e abrir...
e abrir... e não ter para onde ir
que as peças foram unidas
conectadas a todos os fios
e então, isso, que é exclusivamente seu:
estado de perceber o inteiro.
Pedro Henrique da Paz
31 Agosto 2008
Continuando o Sonho
os que passei dexei passar
estou no de agora
em mim, a Mônada
que o que vai, vai
deixando o que fica
que tambem corre e cai
pela cascata da vida
em rio não há preguiça...
-Sim, tudo que é ali, aqui que tem
sendo o reflexo que nem todos vêm
pois é o mesmo igual que difere a mente
que é a mente que traí tudo que sente.
phdapaz
20 Agosto 2008
Sonhos Sonhar
Sonho que sonho
te tenho, deixo e carrego
sem tanto me lembrar
sigo sentindo os afectos
Se não estou em ti
comigo você está
pra que não me apegue
e deixe de novos sonhar
Felizes estamos
a caminho de um caminho
para sim e não cessar
de sonhos evoluirmos
Intuição presente
agora com o que minto
por não está em palavras
ta em feito, não tento, sinto.
PHDAPAZ
15 Agosto 2008
N
Nem ezitar
necessitar
né? esse tal
neste estar
nesse situar
não cessar
nem se sá
num sim só
n excessos
Ni, encita
nossa, sinto
nim mim existe
num não limite
necas possíveis
no sendo assim
nu, só sem
nem sempre
nada tudo
nunca único.
PH da Paz
---Chapada dos Veadeiros
23 Julho 2008
Noite Cósmica
Sou ela inteira
Toda abundante
no tom da presença
no treze, transcender
é cósmico
sonho intuitivo
entro durante, antes
e depois do refletir
na ordem do infinito
passei cooperando
pelo espelho cristal
que deixou-me algo
por ter vivido
e segui então.
PH da Paz
06 Julho 2008
Não Tchau
Vou e volto logo
Não vou voltar
Ficarei em você
E também vai mudar
Ir, Vou, Vai
Sim, Sou, Sai
Mas esteja aqui
Esteja aí pra mim
Pra quem me tornar
O melhor com você
Vamos nos reencontrar
Tchau e até logo.
PH da Paz
29 Junho 2008
Oração
Acão que conecta com o que há de mais necessário
quando em contato com a essência mais sublime
no coração que já sabe ser Amor Divino e aventura-se
comunicando-se com Deus na presença de cada ser...
Amor Divino que fecunda a vida,
faz nascer e dentro põe sementes para multiplicar
frutos para alimentar e flores para embelezar...
Ah... que encanto é viver e ter a oportunidade de amar
Ah... se todos soubessem, se quisessem e tivessem chance
juntos amaríamos, sem restrições, sem medo do ridículo, livres e vivos
cantando e dançando, confraternizando o alimento do coração
corações não batem por acaso, vida não se compra no mercado
podemos trocar e contribuir, pois somos todos necessitados
contemos o que dar e com o que receber
receptores pulsantes que tem por que existir
tem para quem trocar e ajudar cada porém
a comunhão é vivenciar o que há em todos e também somos
vamos com isto, façamos o amor que não é nomeado
vivamos a oração que é a existência, o dado momento consagrado
o sacro ofício da bioluminescência
aceitando a inconcebível potência que não é criada pela ciência
a mágica sem truques, mas com real ilusão necessária
Estou aqui porque sim
para quem puder sentir através do que posso
se é óbvio não me importo
os passos tem que ser repetitivos nas vezes que o fim é difícil
e orar é
e a ação mais ainda
escutar... poucos consegueme escutar mais que pensar
sentir mais que julgar,
vamos! ficar sem falar, e fazer
o que é bom para todos, para nós mesmos
aprender com os espelhos ao redor
Deus ensina com as ferramentas da vida
nós aprendemos com suas crias
Oremos, porque viva !
PH da Paz
23 Junho 2008
A PONTE
estância
entre palcos
alados
não há lados
a travessia
ia
sem referência
eteceteras
intervalos
vala
reta essência
imensa
nós na cabeça
pequena
a vácuo
buracos
ocos
vãos
específicos
estão tão
tontos fixos
cistos
balançando soltos
liberdade
câncer
presos limites
tóxico
simples
tumores frescos
apreço ´
me supero
ao além
não físico
faz doce
nuances
vertigem
emperro
ficar indo
olhar lá
lã
novelo vivo
vela que mia
com brilho
cera cheia
vespertina
endurece neve
minguante
leite
rígida derrete
natureza
leve e longe
não cesse
ceda
firme
acesa seda
suave
passos
dança
passes
choques
filmes sonhados
suados
desmentira
vida
verdades
zoar assando
passando
trocar toques
pulsação
roçar
esquentar sabão
acalento
paz
mirar
ação
tormento
contratempo
cobertor aberto
transcendo
transtentandoser
desvencilho
acerto
sigo
coragem
miragem
agir
oh mim
ir
eu
viver
conforme
sou
agrego a ponte
ergo
chegou
infante
fim
daqui
e daí
inicio.
PH da Paz
19 Junho 2008
Entre Entre
Entre o que está entre
espaço não nomeado
é
tudo sim
está
no menor que o menor
sempre pleno
nunca até
o que pode ser superfície
pois chega além
tranformando em meio
sem ordem de grandeza
é que dá o fio
ponto imensurável
em contato
faz compreender
o necessário
não ser grande
ser parte
maior ainda
quero com tudo
não solto a mão
jogo o peso
seguro o seu
nos prolongamos
é eterno
aqui interage
o que declara
a todos os agora presentes
que está em movimento.
PH da Paz
03 Junho 2008
Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor
Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor
Amor
Amor Amor Amor Amor
Amor
Amor Amor Amor
Amor Amor Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor Amor Amor
Amor Amor Amor
Amor
Amor Amor Amor
Amor Amor
Amor Amor Amor Amor
Amor
Amor Amor
Amor
AmorAmor
Amor
Amor
Amor
30 Maio 2008
Ambiente
o seu, o nosso
é de onde somos
somos do ambiente
aonde estamos
que não é só meio
tudo que há presente
é ele inteiro
isto tudo
a terra é o canteiro
onde semeia a vida
que sustenta a todos
entao vamos cuidar
assim fazemos o melhor
uns para os outros
na casa que está ao redor
o mundo que habitamos
cultivar a morada do amor
onde tudo brota
e a abundância vence a escassez
é só preservar, reutilizare
usar cada coisa de uma vez.
Pedro da Paz
21 Maio 2008
Libertando
A liberdade sempre está
de acordo com a capacidade
de superá-la e atingir cada vez
uma maior que requer maior responsabilidade
em todo instante sendo conquistada
por não ser um estado com continuidade
mesmo que esteja disposto
a etapas em que nomes se repetem
assim como causas e conseqüências
de ser livre e ainda limitado ás próprias
concepções a respeito de si mesmo repercutindo
na imagem que não deixa de ser de qualquer
jeito, precisa estar identificada com o conceito
pessoal, estilo de ser que prende o ser sem ser
realmente desapegado a valores
que só existem na paranóia de cada um
que ser livre é verdadeiro, sem
precisar de acessórios para provar
é o que está dentro e importa
a essência menos superficial.
Pedro da Paz
14 Maio 2008
MAIO DE 2008
hoje nas cidades estamos acomodados e já não importa o que se pode melhorar.
Segue uma compilação de frases marcantes nesse mês, que muito podem nos dizer
O sonho é realidade / As reservas impostas ao prazer excitam o prazer de viver sem reservas / Sejamos cruéis! / Tenho algo a dizer, mas não sei o quê / Todo o poder abusa. O poder absoluto abusa absolutamente / O agressor não é aquele que se revolta, mas o que afirma / Ser livre em 2008 é participar / Um homem não é estúpido ou inteligente: ele é livre ou não é / Nós somos ratos (talvez) e mordemos. Os enraivecidos / Não me libertem, eu encarrego-me disso / A poesia está na rua / Façam amor e recomecem. / Gozem sem entraves. Vivam sem tempos mortos. Fodam sem cenouras / A ação não deve ser uma reação, mas uma criação / Corre camarada, o velho mundo está atrás de ti / Sob a calçada, a praia *./ A vontade geral contra a vontade do General / A Revolução tem de deixar de ser para existir / Abram o vosso cérebro tantas vezes como a braguilha / E se queimássemos a ? / É Proibido proibir / Quando a assembléia nacional se transforma num teatro burguês, todos os teatros burgueses devem transformar-se em assembléias nacionais. / Sejamos realistas, exijamos o impossível / O álcool mata. Tomem LSD / A liberdade é o crime que contém todos os crimes e a nossa arma absoluta! / Fodam-se uns aos outros senão eles foder-vos-ão / Abramos as portas dos asilos, das prisões, e outras Faculdades / A barricada fecha a rua mas abre o caminho / Trabalhador: tu tens 25 anos, mas o teu sindicato é do outro século. Para mudar isso, vem ver-nos / Não reivindicaremos nada. Não pediremos nada. Conquistaremos. Ocuparemos / Tomem os vossos desejos pela realidade / Não é o homem, mas sim o mundo que se tornou anormal / Enfureçam-se! / A arte morreu. Não consumam o seu cadáver! / Quanto mais faço amor, mais vontade tenho de fazer a Revolução. Quanto mais faço a Revolução, mais vontade tenho de fazer amor / Venho-me na calçada / Violem a vossa Alma Mater / A Humanidade só será feliz quando o último capitalista for enforcado com as tripas do último esquerdista / A sociedade é uma flor carnívora / Quando ouço o termo “cultura” saco os meus CRS / Abolição do trabalho alienado / As realizações, mesmo as mais modestas. O Poder tinha as Universidades; Os estudantes tomaram-nas. O Poder tinha as fábricas; Os trabalhadores tomaram-nas O Poder tinha a ORTF; Os jornalistas tomaram-na O Poder tem o Poder; Tomemo-lo / Não é uma revolução, Senhor; é uma mutação / A vida está alhures / Não vão à Grécia este Verão, fiquem / Não consumamos Marx / A imaginação no poder
07 Maio 2008
Numero Um
E para deixar claro que existe sempre um motivo maior por trás de cada letra que se junta com outras formando palavras que formam versos e assim consecutivamente
A primeira postagem contém aquilo de mais supremo que busco estar de acordo em cada tentativa.
A Constante
Eu existo e
Sou nisso
Que está vivo
De diferentes formas
Que tenho cada uma
Num próprio grau de sutileza.
Nessa matéria mais bruta
Com o propósito de trabalhar
Para desenvolver todos os corpos
Até não precisar de mais nenhum...
Quando enfim estiver constante
no serviço devocional e fé firme
pelo Mestre Espiritual fidedigno
até atingirmos a plena consciência
da Suprema Forma
dos Seus Supremos Nomes
dos Seus Supremos Passatempos
e das Suas Supremas Qualidades.
Tudo com pureza transcendental...
Bem ornamentado,
Eterno, original, iluminado
Esquecido por tantos
Mas que pode ser resgatado
Por quem quiser de coração...
Acredite, não é presunção.
Mas cada um
Seja o corpo, se quiser ser
Na própria ilusão de seu desenvolver
Pelos mundos de dentro e de fora...
Que tão tão doidos
Doidos Mundinhos...
E Neles não sinto haver evoluído
Ainda que tenha migrado por muitos
Troquei de lugares e ando por tantos
E ainda procuro estar no meu lugar...
E o meu lugar é minha chance
Porque ele ainda há
E ainda pode se tornar
Enquanto eu tiver que seguir
No nível que estiver e suportar...
Ainda posso de verdade evoluir
E enfim passar
Está tudo encaixado
No lugar certo
Ainda assim trocando
É a liberdade que nos controla
E a inteligência que a gente escolhe como usar
Porque problema com solução não é problema
E se não tem solução já é a sentença...
O que sou aqui e agora?
O que sou para sempre?
O que está vivo em mim?
Por que está vivo?
O que estou fazendo pra quem?
Qual é a minha constante?
06 Maio 2008
Invocación Universal
"En nombre de todos los pueblos de la Tierra.
Unimos nuestro coraziones al Ritmo del Cosmos
E invocamos la grandeza de la Fuerza Universal
Con el apelo viviente de nuestras almas.
!Oh Señor del Amor y de la Luz
Maestro del Saber de todos los tiempos y lugares,
Ven a unir todas las partes escindidas, todos los anhelos
Todos los credos, todas las luces, todas las vidas!
!Danos el Ánimo, danos la fuerza de Servir!
!Danos la Paz, danos la fuerza de la Virtud!
!Danos, oh Maestro, el Poder de Tu Verbo,
Para que el Reino venga, para siempre, en la Tierra!
!Nosotros te afirmamos como Voluntad del Bien!
!Nosotros te afirmamos como Amor consagrado!
!Nosotros te afirmamos como Sabiduría de Dios!
!Y Te manifestamos en el mundo como Luz y Verdad!
!Nosotros todos, Señor, te vivimos en nosotros!
Aum
